Estamos vivendo um tempo de muito Sentir e de alta performance do Ser. Estamos em travessia há alguns séculos, desde que a Terra se aproximou do Cinturão de Fótons, vinculando-se novamente às Plêiades (o que de fato viemos a chamar de transição planetária).
Foi em 2012 que nosso planeta saiu da Noite Galáctica (período em que a escuridão perdura por aproximadamente 11 mil anos) e efetivamente adentrou em uma etapa luminosa da evolução, que nos vincula ao Centro Galáctico e por consequência às vias de informações que estimulam o desejo de união, de paridade, de novas expressões que saem do limite da dualidade.

Movimento intenso, já que a vida diariamente está nos exigindo a prática da impermanência, do autocuidado e do vínculo com nossa missão enquanto seres encarnados. Neste fluxo da transição planetária, constantemente somos levadas a momentos em que nos questionamos, iremos passar ilesas?
Em um dos Encontros Mensais de Ressonância das mulheres alquímicas a inquietude ganhou protagonismo nos sentimentos das participantes. Ouvindo suas falas, fui configurando inquietude e buscando fazer os links do sentido de estarmos tão viradas por dentro. Muitas mulheres partilham as dores de suas perdas, saudades de entes que já desencarnaram e fragilidade perante a baixa frequência vibracional atmosférica.
Manifesto minha solidariedade às famílias que vivem seu luto agora. O processo de desencarne ainda é muito traumático para nós da 3D, envolve despedida, desapego, dor física e humildade. Mesmo que já tenhamos passado pela morte centenas de vezes, a Lei do Esquecimento nos coloca frente a frente com este avassalador mergulho ao desconhecido a cada encarnação.
Exponho duas percepções a respeito deste cenário limítrofe e probatório:
Milhares de desencarnes diários acarretam densidade à psicosfera terrestre, sentimentos de baixa frequência, como o medo, a angústia, o sofrimento físico e psíquico e as dores das perdas, acabam por predominar no inconsciente coletivo, gerando uma malha pesada que nos coloca para baixo através do desânimo, desesperança, saudade e tristeza. Tente se enxergar de fora deste quadro trágico e separar sentimentos e atitudes que vem das suas experiências e tudo que você possa estar absorvendo do meio em função de fragilidades e desequilíbrios emocionais que já estão contigo.
A inquietude manifesta-se também através da impaciência, intolerância e rispidez. Se não acolhida, transforma-se em seguida numa dor física, tensão muscular e baixa imunidade. Quando acolhida nos impulsiona a sair de zona de conforto, de um espaço que é seguro, mas que nos coloca na estagnação e na mesmice.
Pode parecer antagônico, mas a inquietude quando vem é uma grande oportunidade de deixarmos a esperança entrar. A esperança é a irmã compassiva da inquietude, chega e te oferece a mão dizendo: ?vem comigo, vou te mostrar um lugar dentro de ti onde reina o amor, lá você pode se fortalecer para novamente se sentir segura de ser quem você é.
Agora, coloco minha segunda percepção: o movimento reencarnatório acontece por similaridade vibracional, geralmente reencarnamos em grupos e famílias que estão sanando débitos cármicos parecidos com os nossos ou possuímos histórias em comum que necessitam ser curadas e transcendidas. Nossos padrões de comportamento vão passando de geração em geração criando um campo morfogenético entre aqueles que conviveram e convivem. Este campo carrega informações intrínsecas, inerentes de todos aqueles que fazem parte desta teia de convivências.

Por falar em criança, como anda a sua? Por falar em avó, como anda a sua relação com a ancestralidade? Acessar a sua criança divina pode lhe trazer a espontaneidade necessária para a vida acontecer mais leve e fluida. O resgate da sua ancestralidade é a esperança viva da tua paz interior.
Sua criança divina está acordada dentro de você? Como anda a sua relação com a ancestralidade e com a espiritualidade?

Fez sentido? Deixa teu comentário, eu vou amar te sentir.
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