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Estamos vivendo um tempo de muito Sentir e de alta performance do Ser. Estamos em travessia há alguns séculos, desde que a Terra se aproximou do Cinturão de Fótons, vinculando-se novamente às Plêiades (o que de fato viemos a chamar de transição planetária).

Foi em 2012 que nosso planeta saiu da Noite Galáctica (período em que a escuridão perdura por aproximadamente 11 mil anos) e efetivamente adentrou em uma etapa luminosa da evolução, que nos vincula ao Centro Galáctico e por consequência às vias de informações que estimulam o desejo de união, de paridade, de novas expressões que saem do limite da dualidade. 


Ingressamos no momento mais crítico da transição planetária em março de 2020, em que um estado social pandêmico nos condicionou ao isolamento, e por consequência ao convite para o olhar interno, ao encontro com o que devemos curar e deixar ir a respeito do nosso ser.



Movimento intenso, já que a vida diariamente está nos exigindo a prática da impermanência, do autocuidado e do vínculo com nossa missão enquanto seres encarnados. Neste fluxo da transição planetária, constantemente somos levadas a momentos em que nos questionamos, iremos passar ilesas?


Em um dos Encontros Mensais de Ressonância das mulheres alquímicas a inquietude ganhou protagonismo nos sentimentos das participantes. Ouvindo suas falas, fui configurando inquietude e buscando fazer os links do sentido de estarmos tão viradas por dentro. Muitas mulheres partilham as dores de suas perdas, saudades de entes que já desencarnaram e fragilidade perante a baixa frequência vibracional atmosférica.


Neste momento de grande travessia coletiva em que a morte se faz constantemente presente, trago por texto um respiro, um rezo, um ampliar de visão para esta realidade tão dura e combativa que vivenciamos agora enquanto humanidade.



Manifesto minha solidariedade às famílias que vivem seu luto agora. O processo de desencarne ainda é muito traumático para nós da 3D, envolve despedida, desapego, dor física e humildade. Mesmo que já tenhamos passado pela morte centenas de vezes, a Lei do Esquecimento nos coloca frente a frente com este avassalador mergulho ao desconhecido a cada encarnação. 


Exponho duas percepções a respeito deste cenário limítrofe e probatório:


Milhares de desencarnes diários acarretam densidade à psicosfera terrestre, sentimentos de baixa frequência, como o medo, a angústia, o sofrimento físico e psíquico e as dores das perdas, acabam por predominar no inconsciente coletivo, gerando uma malha pesada que nos coloca para baixo através do desânimo, desesperança, saudade e tristeza. Tente se enxergar de fora deste quadro trágico e separar sentimentos e atitudes que vem das suas experiências e tudo que você possa estar absorvendo do meio em função de fragilidades e desequilíbrios emocionais que já estão contigo.



A inquietude vem de um lugar de desconforto, algo que internamente pede passagem ou reconfiguração. A inquietude pode mostrar-se por emoções de baixa frequência vibracional, como tristeza, angústia, vergonha e medo.


A inquietude manifesta-se também através da impaciência, intolerância e rispidez. Se não acolhida, transforma-se em seguida numa dor física, tensão muscular e baixa imunidade. Quando acolhida nos impulsiona a sair de zona de conforto, de um espaço que é seguro, mas que nos coloca na estagnação e na mesmice.

Pode parecer antagônico, mas a inquietude quando vem é uma grande oportunidade de deixarmos a esperança entrar. A esperança é a irmã compassiva da inquietude, chega e te oferece a mão dizendo: ?vem comigo, vou te mostrar um lugar dentro de ti onde reina o amor, lá você pode se fortalecer para novamente se sentir segura de ser quem você é. 


Agora, coloco minha segunda percepção: o movimento reencarnatório acontece por similaridade vibracional, geralmente reencarnamos em grupos e famílias que estão sanando débitos cármicos parecidos com os nossos ou possuímos histórias em comum que necessitam ser curadas e transcendidas. Nossos padrões de comportamento vão passando de geração em geração criando um campo morfogenético entre aqueles que conviveram e convivem. Este campo carrega informações intrínsecas, inerentes de todos aqueles que fazem parte desta teia de convivências. 


Sendo assim, é possível o resgate de sabedorias antigas, conhecimentos negligenciados e que agora, se mergulharmos no autoconhecimento e no desvelar da nossa potência individual, podemos adentrar no movimento de verticalização para acessá-los.


Portanto, minha ancestral está em mim. Posso ser a minha tataraneta que veio dançar na Terra em beleza e prazer. Posso ser a curandeira, a preta velha, a bruxa e a benzedeira.

A esperança é um respiro, uma brisa suave, um colo de avó, uma brincadeira de criança.



Por falar em criança, como anda a sua? Por falar em avó, como anda a sua relação com a ancestralidade? Acessar a sua criança divina pode lhe trazer a espontaneidade necessária para a vida acontecer mais leve e fluida. O resgate da sua ancestralidade é a esperança viva da tua paz interior. 


Aproveita estes insights para refletir: 

Sua criança divina está acordada dentro de você? Como anda a sua relação com a ancestralidade e com a espiritualidade?


Vídeo referente a este texto: https://youtu.be/IEifIcQ1FkI


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