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Eu sou a partir do que eu tenho? Eu sou a partir do que aparento ser? Eu sou as máscaras que uso, e sinalizam algo que desejo estética e socialmente me tornar?

Este modus operandi além de gerar frustração nos desconecta com nossa autenticidade e poder pessoal. Acabamos dependentes de ?certos e errados?, ?bonitos e feios?, ?bons e ruins? gerados pelas indústrias da moda, da cosmética e dos medicamentos.

Dados alarmantes atentam para um índice feroz de não aceitação, baixa autoestima e insegurança generalizada: devido a grande exposição da nossa imagem nas redes sociais e meio digital durante a pandemia, o número de intervenções plásticas no rosto das mulheres subiu mais de cinco mil por cento, e o número de buscas no google por procedimentos estéticos de harmonização fácil aumentou duzentos e cinquenta por cento.


O que grande parte das mulheres está fazendo para se sentir inserida no contexto social, pode indicar um viver confortável, mas com certeza as distancia do desafio da autodescoberta.



A origem da inércia é quando a autoexpressão se baseia em segurança, passamos a inserir hábitos em nossas vidas que estão muito distantes do que realmente somos. O hábito nos distancia da essência. Quanto maior a confusão sobre o que somos, mais dependemos dos códigos estereotipados de comportamento. E somos tão diferentes, cada uma de nós carrega o que necessita para viver em beleza sobre a Terra. 


Observar minhas filhas crescerem visceralmente me toca, como podem ser tão diferentes e provindas de uma mesma fonte?




Sempre falo à elas: a maior riqueza é você aceitar os presentes que tens a dar a si própria. Nada que vem de fora vai lhe apetitar tanto a vida quanto o impulso de prover a própria liberdade. O quanto ainda tenho a desvelar sobre mim? Aí é que vem a vontade de viver, o tesão por si e a pulsão pela autenticidade. O desafio da auto descoberta instiga o desejo de ser aceita, de ser vista e bem-vinda.


Se você está se percebendo um tanto diferente de um bocado de mulheres que te cercam (sendo elas reais ou não), que maravilha! Teu momento chegou! O próximo passo é cessar com as comparações, colocar fogo (com toda tua libido) em dogmas e pudores que carregas por séculos e séculos. Depois te olha no espelho, mergulha na sua lubricidade e se acolhe, assim do jeitinho que és, sua geometria é sagrada. 

Nós mulheres somos tão diferentes e tão iguais. ?????Durante este breve espaço/tempo que ficamos encarnadas percebemos a riqueza de nuances, formas, cores, aromas e texturas que nosso corpo físico é capaz de expressar. Uma engrenagem perfeita, cocriação pelos arquitetos das dimensões mais elevadas para sublimarmos o prazer da matéria.


Nosso corpo físico nas suas múltiplas funcionalidades acolhe o nosso espírito. O que terá fim é templo para o eterno. O que nasce, cresce e morre é lar para o sopro que deseja a evolução.


Uma experiência na 3D significa um piscar de olhos, um passo, um suspiro perante a história da nossa alma. 

O corpo da mulher é sagrado, força geradora da vida e do ancoramento da nova humanidade. Somos a potência da Terra manifestada em bilhões de células vivas: vulcões, cachoeiras, desertos, florestas e oceanos. Nós mulheres representamos a multiplicidade do belo, do denso e do sútil, do nascer, morrer e renascer todos os meses do ano. 


Acolha sua geometria sagrada, este movimento lhe levará a uma profunda comunhão com o espírito da Terra, com teu útero e com o propósito de estar aqui.




A revolução acontece de dentro para fora e o legado que deixará às gerações futuras é de uma mulher que recebeu os maiores tesouros de si mesma.



Aproveita estes insights para refletir: 

Você reverência sua fisicalidade? Você reconhece seu corpo como o registro vivo das tuas experiências? Quando você se olha no espelho, o que vê, o que sente?


Vídeo referente a este texto: https://youtu.be/LBRt-MUQ7NA


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