builderall

Olá, eu sou Aline Brustolin, mulher, visionária da Nova Terra, alquimista de mim, amo estar viva, este pulsar constante do micro para macrocosmo. Sou mãe de três meninas (Violeta, Liz Fátima e Ináia Flor), esposa do Guilherme que dança comigo há 18 anos, filha de dois potentes seres humanos que me mostram descaradamente quem sou. Faço-me empreendedora desde os 25 anos. Entrego meu coração e potencial criativo para gerar o fluxo da abundância e bem aventurança na minha vida, o meu trabalho é meu sonho sendo dançado. 


Me considero um ser autêntico. A busca pela autenticidade colocou-me de cara com uma Aline que não desejava ver e também com partes minhas que mereciam ser potencializadas.



Trabalho em casa, muitas vezes com as meninas brincando na minha frente, faço as refeições da minha família, muitos dos nossos alimentos plantamos e colhemos, uma comidinha saudável e consciente, que nos nutre com meu amor e cuidado. Sou dona do meu tempo, me coloco em Cronos e Kairós quando desejar. 

Amo minha originalidade e cada parte minha que expressa quem sou. Sou plenamente saudável, a naturologia e autocura é aplicada aqui em casa todos os dias, há 8 anos nos desligamos dos planos de saúde. Produzo nossos florais, essências de equilíbrio vibracional, tinturas, emplastos e pomadas. Consigo trazer tudo que aprendi no meu processo de descoberta da alquimia interna para a minha vida e meu trabalho. 



Eu desejo que todas as mulheres acessem o poder da sua autoexpressão para despertarem seu potencial individual, eu me movimento para isso, eu desejo te mostrar o caminho.


Somos uma família nuclear de cinco. Aceitamos o convite que nossa humanidade recebeu há pouco mais de um ano: ressignificar a existência da raça adâmica na Terra. Voltar ao Lar é uma viagem longa e imprevisível. Na profundidade das demandas internas de cada um, silenciosamente reorganizamos nossos valores e prioridades, afinal, acreditamos que nada será como era. Eu desejo que a normose se mantenha bem longe da gente. 





Aqui em casa acontece assim, acredito que na sua também: tem dias em que tudo flui e dançamos juntos a melodia reconvexa que nos ensina sobre empatia, paciência e colaboração. 


Já outros são bem difíceis, sentimos o peso da matéria e das memórias que carregamos ao longo dos tempos. Transitamos do chumbo ao ouro rapidamente, com a instabilidade que coloca em questionamento o que julgávamos perpétuo. 

Eu e você, nossos amantes, filhas e filhos temos tanto em comum:  estamos vivos aqui e lá no misterioso espaço em que reside nossas outras partes, as mais sábias e também as mais ignorantes. Sentimos a insegurança pelo desconhecido e o coração descompassado diante da vulnerabilidade. 



Quando me propus a atravessar o grande deserto pensei que suportaria a inconveniente companhia das minhas sombras por pouco tempo. A medida que me encorajava a adentrar mais alguns passos rumo a mim mesma, mais me descobria, deixava uma camada densa para trás, um véu de ilusão a menos para carregar. Foi um entregar-se a si intenso e eruptivo.

Dói? Sim, parir a si mesma também dói.

É belo? Uma lindeza quando enxergamos vida em tudo que há, questão de ponto de vista.

Foram intensos quatro anos, em que me tornei vulnerável frente à existência, e mesmo exausta da travessia, já não jogava mais o jogo, e as músicas que passei a dançar começaram a ser escolhidas por mim.


Esse movimento de travessia iniciou lá por 2011, um dar-se conta que desejava a mudança, uma grande mudança! A velha energia não servia mais, e tudo necessitava de ressignificação para ter sentido continuar. Hoje olho para trás e percebo o quanto já avancei rumo ao meu ouro alquímico, que virtude adentrar em si, vivenciar o grande vazio, honrar o caminho até aqui e compreender que muitos passos ainda tenho para dar.


Lidar com nossa sombra e nossa luz com responsabilidade nunca foi tão consciencialmente necessário para a família planetária. 



Contração e expansão. Toda vida é gerada neste movimento. Cada célula do nosso corpo, cada planeta, cada galáxia. O Universo que habitamos tem o mesmo formato de um átomo. Assim, nossa microrealidade é inspiração para o macro, e vice versa, o que expressamos fora nada mais é reflexo do que se passa dentro de nós. Quando algo de extraordinário está prestes a acontecer, há uma morte e um nascimento. Contração e expansão. 


Neste embalo, que faz a forma do infinito, te convido ao viver pleno. Abrir espaço para o novo, regenerar tuas dores, comungar com os reinos da natureza, sentir a ressonância dos elementos, respeitar o sagrado daquele que te é tão diferente. 


Por fim, e muito importante: descobrir o poder de ser quem tu é, compartilhar sua divindade em alegria e prazer, sem vergonha. Aceitar a irreversível transmutação da tua essência. 

Se você decidiu sair, se distrair por aí, chegou o momento de voltar pra casa, teu coração te espera, tua alma te chama, aproveita esta oportunidade da existência. É tempo de alquimizar a vida.




Vídeo referente a este texto: https://youtu.be/FLmsggbB0-E


Deseja aprofundar seus conhecimentos sobre alquimia?

Baixe aqui o E-book gratuíto Alquimia do Feminino:


Fez sentido? Deixa teu comentário, eu vou amar te sentir. 

Compartilha com tuas mulheres queridas e entra em Ressonância!